21 julho 2006

O mundo como uma grande massa de modelar

Pode parecer estranho ou até mesmo controverso falar sobre isso mas, ao meu ver o mundo parece uma grande massa de modelar que trabalha formando as pessoas, dando-lhes sua personalidade e influenciando suas escolhas.
Por falar em escolhas e abrangendo um pouco mais o tema, muitas pessoas acreditam que determinadas escolhas definem sua personalidade e seu caráter...
Concordo em parte com esta afirmação mas daí nos confrontamos com o tema dessa publicação e fazemos a seguinte pergunta : será que o mundo que vivo- não falo de um mundo físico e sim o mundinho particular que cada um tem- não é um fator determinante nas minhas escolhas e na minha personalidade ?
Muitos filósofos acreditam que quando nascemos nossa mente e personalidade são como folhas de papel em branco, eu particularmente concordo com eles, e isso serve para fortalecer a idéia de que o ambiente que vivemos vai determinar o que seremos no futuro... ou seja mesmo que quando somos crianças nosso caráter ainda não tenha sido modelado, quer dizer, seja uma folha em branco, nosso destino já estará traçado, não de uma maneira específica, mas saberemos se seremos bons ou maus.
Por mais que uma pessoa tente fugir, o mundo irá molda-la a sua maneira e nós nos tornaremos resultado das escolhas que o mundo nos influencia a fazer... e aí você se pergunta : se isso tudo é verdade, será que eu sou livre ?
É um assunto complicado...
Mas ninguém consegue fugir disso... sua mente se abre mais para esse assunto quando você percebe que nem todo mundo tem um final feliz, que isso não aconteceu por que a pessoa foi menas vezes a igreja do que você ou rezou menos... afinal o Deus que as pessoas cultuam é apenas uma palavra para se sentirem confiantes... mas acho que estou fugindo do assunto...
Para concluir, o que eu quis dizer com tudo isso é que dançamos conforme a música que o mundo toca para nós, que não adianta fugir do seu destino, tudo no mundo é consequência de alguma coisa e isso move a vida das pessoas, o mundo é o diretor teatral e nós somos personagens de uma peça sem fim...

Um comentário:

Anônimo disse...

Uma vez, vi na tv algo parecido com: "O importante não são as escolhas, mas as decisões." Realmente somos vítimas do dragão. E nos são dadas escolhas difíceis de fazer.
"Não há destino, exceto o que fazemos." O futuro é incerto. Um dia eu escrevo alguma sobre isso aqui no blog. Agradeço e você Diego, por colocar esse tema.