19 fevereiro 2007

Carnaval sem mulher pelada existe?


Será que o carnaval brasileiro seria tão famoso se as "musas" não ficassem nuas ou semi-nuas? seria lucrativo? Quando um dos integrantes do Papa-Roach tirou a roupa em palco quando vieram ao Brasil, foi detido. Uma vez num show da Madonna, jogaram uma bandeira do Brasil no palco, ela pegou e esfregou entre as pernas. Fizaram o mesmo com o Sepultura -quando era Sepultura - jogando uma bandeira pra Max. Ele pegou com expressão e a beijou. Criticaram ele dizendo que ele cuspiu a bandeira e quiseram prendê-lo eu acho.



O Brasil é muito confuso. Se você rouba uma galinha, vai para o presídio. Se rouba milhões de Reais dos cofres públicos que seriam destinados a melhoria da Saúde, rodovias, Educação e outras, acontece uma CPI que dura mais de um mês, e no final, é acusado, provado, mas não há punição.



Parece que o brasileiro so gosta de futebol, "mulé pelada", uma cervejinha, e trepar com a vizinha. A maioria das pessoas só assistem BigBrother pra ver uma briga ou uma transa. Estímulo é que não falta.



No carnaval em Salvador, nos blocos, ou até mesmo nas ruas, o interesse não é a música em si - que já não é boa - , ou a 'folia' por diversão. É sexo. E pro turista tamém. Você se esqueceu do turismo sexual? Verão, carnaval, mulheres e adolescentes bonitas. O melhor: todas elas “sem Aids”. Assim pensam alguns turistas estrangeiros que desembarcam no Brasil em procura de sexo, de acordo com Thomas Wlassak, chefe da Delegacia de Migração (Delemig) no Departamento de Polícia Federal do Ceará e representante regional da Polícia Criminal Internacional (Interpol). Não existem pesquisas sobre o assunto, mas a autoridade disse já ter presenciado conversas informais com os turistas. O motivo principal é a imagem positiva do Brasil no combate à pandemia, com bons programas de prevenção.



Mas se pesquisar direito, os casos de Aids aumentam nesse período e vêm aumentando. aumento no número de casos de Aids no Brasil tem sido uma das preocupações das autoridades em saúde pública. Além do aumento quantitativo, tem-se observado a expansão da doença para outros grupos que não os denominados de risco, como o das pessoas acima de 50 anos e da terceira idade, com percentual que já chega a 8%, e mulheres casadas. O Carnaval é o foco principal, segundo Socorro Farias - coordenadora do Programa Municipal DST/Aids da Secretaria Municipal da Saúde de Salvador -, porque nesta época as pessoas estão mais predispostas, mais soltas, estimuladas à sexualidade, por causa da ingestão de bebidas alcoólicas e substâncias psicoativas.



"Atrás do Trio Elétrico só não vai quem já morreu."

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