
Adaptação do original de Oziel Alves - Acadêmico de Letras, Língua e Literatura Inglesa pela PUC do RS, Editor do Jornal Rio Grande Gospel, Colunista do Portal de notícias cristãs O VERBO, Repórter da Revista Enfoque Gospel, grupo MK e colaborador da Revista Defesa da Fé. Atuo como Editor de TV/Controlador Mestre do Canal Universitário localizado no Centro de Produção Multimídia da Faculdade de Comunicação Social da PUC do RS, tradutor e membro da OBPC. Atualmente, cursa música ênfase em "Canto Ministerial" pelo Instituto Beréia Musical de Porto Alegre.
Você sabe o que é o Orkut? Já criou o seu perfil? Tem enviado muitos scraps/recados para seus amigos? Quantos fãns você tem? E coraçõezinhos? Já recebeu ou escreveu algum testimonial/depoimento? Se a sua resposta for “não”, segundo “os especialistas no assunto”, considere-se mais um integrante do time de dinossauros da era digital. Mas, se sua resposta for “sim”, certamente você estará melhor capacitado a responder a mais algumas questões.Você tem alimentado sua “identidade virtual”? O que te dá mais prazer: o “mundo real” ou o “mundo virtual”? É você no seu perfil, ou uma idealização da “pessoa imaginada ou até mesmo imaginária” que você gostaria de ser? O site tem sido uma “ferramenta de apoio” ou representa um “vício desenfreado”? Você utiliza-o para “re-encontrar e fazer novos amigos” ou como “o olho do BIG BROTHER” na ponta dos seus dedos, a vasculhar anonimamente perfis, possibilitando a realização do clássico desejo, “ser invisível”, perto de pessoas, cuja intimidade, gostos, relacionamentos e atitudes, você gostaria muito de conhecer? Orkut para “fortalecer vínculos” ou “exposição induzida” para sair do anonimato? E, exclusivamente ao público cristão, menor de 18 anos: Você sabia que as regras do Orkut não permitem o acesso de menores? Quando você criou o seu perfil, “mentiu” ou “apenas distorceu a verdade”, uma vez que, não considera a regra tão relevante? Você já conhece o “submundo” do ORKUT?
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O Orkut é o maior site de relacionamentos virtuais criado pelo engenheiro e programador turco do Google, Orkut Buyukkokten. Atualmente, este site tem sido objeto de estudo de pesquisadores, e alvo de muitas críticas e poucos elogios por parte de órgãos preocupados com os crimes virtuais praticados impunemente através da rede.
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Mas, afinal de contas, o que há de tão interessante no Orkut que faz milhões de usuários gastarem “em média” 2 horas por dia, vasculhando perfis e descobrindo novas comunidades? Fazer novos amigos, compartilhar interesses, teclar com pessoas que o tempo e as circunstâncias da vida real se encarregaram de nos separar, estejam onde estiverem, torna-se possível, graças a essa tecnologia inovadora. É como se os amigos fossem livros à disposição nas prateleiras de uma biblioteca pessoal. Uma vitrine de pessoas de verdade e de mentira.
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O Orkut possibilita a visibilidade do “eu ideal, com toques de realidade”, e a invisibilidade do “eu real”, aquele sem máscaras, que acessa o perfil do vizinho, do colega de aula, do(a) fulaninho(a) com quem você nutre uma saudável inveja ou antipatia, - e isto acontece dentro da igreja, sim - do antigo(a) namorado(a), mas que estremece ao cogitar a hipótese de que ele(a) saiba que ando interessado em sua intimidade. É o mundo espetacular, utópico. Se fosse verbo, não haveria dúvida, seria “mais-que-perfeito”. Lá, as pessoas vivem intensamente a vida são mais bonitas, inteligentes, cultas, repletas de amigos, fãs uns dos outros. Tornam-se patriotas, leitores compulsivos obcecados por Nietzsche, Shopenhauer ou qualquer outro autor, contando que seja clássico. Mas, será isso verdade?
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No perfil, defeitos expostos, não são defeitos. Eles representam adjetivos de impacto. Este espaço é normalmente preenchido com, desde o brasão do time do coração até os mais “fisolóficos”, ou melhor, “filosóficos pensamentos” a cerca da vida ou posicionamentos fúteis. Na maioria das vezes o “ser virtual” está muito distante do “ser real”. No quesito livros, por exemplo, segundo O Retrato da Leitura no Brasil, divulgado pela CBL, o brasileiro lê em média, menos de um livro por ano. Deve haver algum engano, aí! Talvez, se a pesquisa fosse feita através dos perfis do Orkut, o Brasileiro estaria no páreo, concorrendo ao título de “o povo mais culto de todas as épocas”. Que tal, “BRASIL, a Grécia da neomodernidade!?”.
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O que importa não é o conteúdo. Importa, talvez, a pessoa, ou quem sabe o número de scraps/recados que você tem. Eles dirão se você é requisitado ou não. Gente bem relacionada atrai mais olhares do que pessoas de poucos amigos. Muitos acessos, muitos scraps, dá uma sensação de importância ao usuário.
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Segundo o instituto Forrester Research, metade dos 34 milhões de domicílios americanos, recorre a vídeos online na rede. A mesma pesquisa, não está disponível no Brasil, mas, recentemente, segundo o caderno Digital de Zero Hora, o provedor Aol, na intenção de disponibilizar dados para uma pesquisa científica sobre a conduta dos usuários na Internet, acabou cometendo um erro e disponibilizou para todo o mundo as buscas dos mais de 658 mil assinantes do site. A onda de reclamações foi imensa. Os assinantes ficaram indignados e temerosos pelo fato de terem a privacidade exposta. Durante os 10 dias em que estes dados estiveram disponíveis, foi possível conhecer um pouquinho mais, da verdadeira identidade internáutica que se esconde “frente” as telas. A obsessividade sexual interativa. O individuo só é ele mesmo, quando ninguém o observa. Diante da menor probabilidade de observação, mãos às máscaras.
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Uma pesquisa inédita do site nacional Censura, indica que o País ocupa o primeiro lugar no ranking mundial da pedofilia pela Internet. Há um comércio imoral, clandestino, que movimenta centenas de milhares de dólares, somente com a venda de fotos e vídeos pornográficos com menores. Estas compram podem ser feitas online e até com cartão de crédito. Os valores variam e chegam a $5.000, por foto. Há milhares de adolescentes aqui e em todo o mundo que ganham a vida assim, exibindo seus corpos, sem o conhecimento dos pais, através das webcams. Disponibilizam seus vídeos por assinatura, e chegam a somar grandes quantias em dinheiro, só com a fatia de “voyeurs virtuais”.
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Você sabe o que é o Orkut? Já criou o seu perfil? Tem enviado muitos scraps/recados para seus amigos? Quantos fãns você tem? E coraçõezinhos? Já recebeu ou escreveu algum testimonial/depoimento? Se a sua resposta for “não”, segundo “os especialistas no assunto”, considere-se mais um integrante do time de dinossauros da era digital. Mas, se sua resposta for “sim”, certamente você estará melhor capacitado a responder a mais algumas questões.Você tem alimentado sua “identidade virtual”? O que te dá mais prazer: o “mundo real” ou o “mundo virtual”? É você no seu perfil, ou uma idealização da “pessoa imaginada ou até mesmo imaginária” que você gostaria de ser? O site tem sido uma “ferramenta de apoio” ou representa um “vício desenfreado”? Você utiliza-o para “re-encontrar e fazer novos amigos” ou como “o olho do BIG BROTHER” na ponta dos seus dedos, a vasculhar anonimamente perfis, possibilitando a realização do clássico desejo, “ser invisível”, perto de pessoas, cuja intimidade, gostos, relacionamentos e atitudes, você gostaria muito de conhecer? Orkut para “fortalecer vínculos” ou “exposição induzida” para sair do anonimato? E, exclusivamente ao público cristão, menor de 18 anos: Você sabia que as regras do Orkut não permitem o acesso de menores? Quando você criou o seu perfil, “mentiu” ou “apenas distorceu a verdade”, uma vez que, não considera a regra tão relevante? Você já conhece o “submundo” do ORKUT?
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O Orkut é o maior site de relacionamentos virtuais criado pelo engenheiro e programador turco do Google, Orkut Buyukkokten. Atualmente, este site tem sido objeto de estudo de pesquisadores, e alvo de muitas críticas e poucos elogios por parte de órgãos preocupados com os crimes virtuais praticados impunemente através da rede.
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Mas, afinal de contas, o que há de tão interessante no Orkut que faz milhões de usuários gastarem “em média” 2 horas por dia, vasculhando perfis e descobrindo novas comunidades? Fazer novos amigos, compartilhar interesses, teclar com pessoas que o tempo e as circunstâncias da vida real se encarregaram de nos separar, estejam onde estiverem, torna-se possível, graças a essa tecnologia inovadora. É como se os amigos fossem livros à disposição nas prateleiras de uma biblioteca pessoal. Uma vitrine de pessoas de verdade e de mentira.
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O Orkut possibilita a visibilidade do “eu ideal, com toques de realidade”, e a invisibilidade do “eu real”, aquele sem máscaras, que acessa o perfil do vizinho, do colega de aula, do(a) fulaninho(a) com quem você nutre uma saudável inveja ou antipatia, - e isto acontece dentro da igreja, sim - do antigo(a) namorado(a), mas que estremece ao cogitar a hipótese de que ele(a) saiba que ando interessado em sua intimidade. É o mundo espetacular, utópico. Se fosse verbo, não haveria dúvida, seria “mais-que-perfeito”. Lá, as pessoas vivem intensamente a vida são mais bonitas, inteligentes, cultas, repletas de amigos, fãs uns dos outros. Tornam-se patriotas, leitores compulsivos obcecados por Nietzsche, Shopenhauer ou qualquer outro autor, contando que seja clássico. Mas, será isso verdade?
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No perfil, defeitos expostos, não são defeitos. Eles representam adjetivos de impacto. Este espaço é normalmente preenchido com, desde o brasão do time do coração até os mais “fisolóficos”, ou melhor, “filosóficos pensamentos” a cerca da vida ou posicionamentos fúteis. Na maioria das vezes o “ser virtual” está muito distante do “ser real”. No quesito livros, por exemplo, segundo O Retrato da Leitura no Brasil, divulgado pela CBL, o brasileiro lê em média, menos de um livro por ano. Deve haver algum engano, aí! Talvez, se a pesquisa fosse feita através dos perfis do Orkut, o Brasileiro estaria no páreo, concorrendo ao título de “o povo mais culto de todas as épocas”. Que tal, “BRASIL, a Grécia da neomodernidade!?”.
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O que importa não é o conteúdo. Importa, talvez, a pessoa, ou quem sabe o número de scraps/recados que você tem. Eles dirão se você é requisitado ou não. Gente bem relacionada atrai mais olhares do que pessoas de poucos amigos. Muitos acessos, muitos scraps, dá uma sensação de importância ao usuário.
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Segundo o instituto Forrester Research, metade dos 34 milhões de domicílios americanos, recorre a vídeos online na rede. A mesma pesquisa, não está disponível no Brasil, mas, recentemente, segundo o caderno Digital de Zero Hora, o provedor Aol, na intenção de disponibilizar dados para uma pesquisa científica sobre a conduta dos usuários na Internet, acabou cometendo um erro e disponibilizou para todo o mundo as buscas dos mais de 658 mil assinantes do site. A onda de reclamações foi imensa. Os assinantes ficaram indignados e temerosos pelo fato de terem a privacidade exposta. Durante os 10 dias em que estes dados estiveram disponíveis, foi possível conhecer um pouquinho mais, da verdadeira identidade internáutica que se esconde “frente” as telas. A obsessividade sexual interativa. O individuo só é ele mesmo, quando ninguém o observa. Diante da menor probabilidade de observação, mãos às máscaras.
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Uma pesquisa inédita do site nacional Censura, indica que o País ocupa o primeiro lugar no ranking mundial da pedofilia pela Internet. Há um comércio imoral, clandestino, que movimenta centenas de milhares de dólares, somente com a venda de fotos e vídeos pornográficos com menores. Estas compram podem ser feitas online e até com cartão de crédito. Os valores variam e chegam a $5.000, por foto. Há milhares de adolescentes aqui e em todo o mundo que ganham a vida assim, exibindo seus corpos, sem o conhecimento dos pais, através das webcams. Disponibilizam seus vídeos por assinatura, e chegam a somar grandes quantias em dinheiro, só com a fatia de “voyeurs virtuais”.
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